Técnicos da Prefeitura esclarecem dúvidas relativas à pavimentaçã
Nos últimos seis meses mais de uma centena de ruas e avenidas de Pelotas foram pavimentadas pelo projeto Pólo do Sul. Entre os principais questionamentos dos moradores em relação a este processo está a durabilidade do asfalto. O engenheiro da Unidade Gestora de Projetos, Raul Odone, esclarece que foram utilizados dois tipos de calçamento nas obras do Pólo do Sul, “de acordo com a base da rua e o volume de tráfego do local”, e que ambos são de longa resistência, bastando para isso que recebem manutenção adequada.
Na primeira etapa da pavimentação, iniciada em abril, foram contempladas as ruas e avenidas dos bairros Fragata, Porto, Areal e Centro. Todas as vias eram de pedra irregular e recebem grande fluxo de veículos e transporte coletivo, e por isso foram pavimentadas com Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ), o mesmo utilizado nas rodovias federais.
Na segunda etapa do Pólo do Sul foram pavimentadas vias de saibro, onde circulam basicamente veículos leves. O material utilizado foi o Tratamento Superficial Duplo (TSD) Invertido com Emulsão Asfáltica, similar ao das rodovias estaduais. O mesmo material é utilizado agora na terceira etapa, na recuperação de vias em que o TSD foi aplicado há uma ou duas décadas.
“Com isso acabamos com o pó e o barro das vilas”, explica Odone. Além de qualificar a vida dos moradores, a pavimentação valoriza os imóveis, melhora a trafegabilidade de veículos e a estrutura urbana. Para garantir a durabilidade do TSD a Prefeitura já montou uma estrutura e adquiriu material, e está pronta para executar a manutenção periódica das vias.