Terceiro Domingo no Castelo ocorre dia 9
Evento com entrada franca abre as portas do Castelo Simões Lopes para a comunidade
A 3ª edição do Domingo no Castelo ocorre no dia 9 de dezembro, próximo domingo, das 9h às 20h, na avenida Brasil, nº 824, no Castelo Simões Lopes. O prédio histórico, que desde julho desse ano vem recebendo intervenções no seu jardim, muros e garagem, será aberto para visitas guiadas, enquanto no lado de fora ocorrem os shows musicais com a Orquestra Estudantil Municipal e Miro Machado e convidados, além de roda de capoeira, desfiles de moda e brechós, DJs e mostras de antiquários.
Food trucks estarão presentes no local e o jardim estará aberto para a realização de piqueniques. A entrada no evento é gratuita. As visitadas guiadas no interior do Castelo serão oferecidas a cada 30 minutos pelo valor de R$ 2 - os ingressos podem ser adquiridos antecipadamente no Posto do Joca, ao lado do Castelo, ou no próprio dia do evento.
Visita estendida
Para quem deseja se aprofundar e conhecer um pouco mais da história do Castelo Simões Lopes é possível realizar uma visita prolongada, que será oferecida no sábado (8), às 10h, 11h, 13h30min, 14h30min, 15h30min, e 16h30min.
Além do interior do prédio o percurso também inclui o exterior, pátio e garagens do Castelo, com duração de 50 minutos. O valor para participar dessa versão estendida é R$ 8, e os ingressos também podem ser adquiridos no Posto do Joca.
Diálogos no Castelo
No domingo (9), a partir das 11h, uma roda de conversa sobre a temática “O Bairro” será conduzida pelo professor do curso de Geografia da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), Sidney Gonçalves, com a participação dos convidados Lourdes Pedroso, presidente da Associação de Moradores do Simões Lopes; Roceli Martins, morador do bairro e fundador do bloco burlesco Bafo da Onça, e Mirsca Simões Lopes, neta de Augusto Simões Lopes, antigo proprietário do Castelo.
O Instituto Eckart é o responsável pela administração do Castelo Simões Lopes até 2032. A Perene Patrimônio Cultural desenvolve o projeto e a obra de restauração do Castelo. O prédio é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado (IPHAE) e está na primeira etapa da fase de restauração através da Lei de Incentivo à Cultura (LIC), com aporte das empresas Arrozeira Pelotas, SLC Alimentos, Camil Alimentos e Engenho São Bento.