Trânsito: Pelotas perto dos 100% de semáforos de leds

Por Divulgação 10-11-2010 | 00:00:00
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Se tudo correr dentro do esperado, o sistema de sinalização semafórica de Pelotas deverá estar funcionando na sua totalidade com lâmpadas à base de leds até o final desta semana. A estimativa foi repassada pelo secretário de Segurança, Transporte e Trânsito, Jacques Reydams. O processo de substituição dos módulos de lâmpadas únicas por anéis compostos de leds começou em julho pela área central e está em fase de finalização. Segundo o secretário, imprevistos estenderam o período de troca. “Ao longo destes meses enfrentamos intempéries de chuvas e ventos, queimas de controladores e incidentes que exigiram ações diferenciadas, mas superados os problemas, estamos concluindo esta mudança”, explicou Reydams. Outras intervenções responderam pela instalação de semáforos em novos locais, como em frente a um educandário na Fernando Osório e do Hospital Universitário São Francisco de Paula. Já contabilizando estes novos equipamentos, a cidade conta, atualmente, com 62 pontos semaforizados e uma demanda de aproximadamente 600 lâmpadas considerando ainda os sinais de alerta piscante. Novos pontos De acordo com a programação da SSTT, está prevista a implantação de novos semáforos em dois cruzamentos da área central. “Fizemos estudos e avaliações, considerando também as demandas e constatamos que o próximo ponto já definido para receber um novo conjunto semafórico é do encontro entre as ruas Marechal Deodoro e Dom Pedro II e o da rua Antônio dos Anjos com a rua Marechal Deodoro”, informou o secretário. Vantagens O dispositivo semafórico a base de leds, segundo Reydams, significa maior durabilidade e eficiência em termos de luminosidade. Outra vantagem do sistema está na economia calculada com o serviço de manutenção dos semáforos e nos gastos com energia elétrica. “Estes conjuntos de leds representarão uma economia de cerca de R$ 70 mil por ano em energia elétrica e de R$ 5,5 mil / mês em reposição” descreveu Reydams. Conforme dados da SSTT, queimavam por dia, sem a ação de intempéries, o que agrava o problema, em média seis lâmpadas ao custo de R$ 38,00, as quais precisavam ser integralmente trocadas.

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