Transtornos na construção de pontes são provisórios

Por Divulgação 17-02-2011 | 00:00:00
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As equipes da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) e da Unidade de Gerenciamento (UGP) da Prefeitura solicitam à população, em nome da Prefeitura, compreensão pelos transtornos nas obras das pontes. O governo municipal, por meio de recursos da Defesa Civil, aportados em razão da forte enxurrada de 2009, está construindo 11 travessias em concreto no perímetro urbano e 24 unidades na zona rural. No segundo semestre desse ano, todas as pontes estarão liberadas, segundo estimativa da administração. Ao receber ligações de alguns moradores da região das Charqueadas, o secretário-executivo da Unidade, Jair Seidel, esclarece que a ponte de madeira da Charqueada Boa Vista foi desmanchada para permitir a edificação da nova em material mais duradouro. “Os moradores precisam ter paciência. O trânsito desta via foi desviado, aumentando um pouco o percurso, para oportunizar uma alternativa provisória à comunidade”, justifica o gestor público. Não há como acelerar as intervenções, de acordo com Seidel, porque existe um prazo necessário para execução. No caso específico da ponte da Charqueada Boa Vista, exemplifica o secretário-executivo da UGP, fizeram-se necessários adequação do projeto original, em função do solo exigir estaqueamento mais profundo do que o de outras localidades. “Estas ações também demandam tempo”, explica. Dos R$ 18,5 milhões que o prefeito Adolfo Antonio Fetter obteve com a União para recuperar a cidade, no princípio do ano passado, praticamente a metade é aplicada no empreendimento de reconstrução, em concreto, das travessias em madeira avariadas pela força das águas: R$ 9,3 milhões. O chefe do Executivo de Pelotas vai concluir sua segunda gestão com 47 pontes construídas com dinheiro da Defesa Civil e capital financiado pelo Banco Mundial.

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