UGP encaminha pregão à SMA para compra de caminhão baú
No comando da Unidade Gerenciadora de Projetos (UGP) da Prefeitura, o secretário-executivo Jair Seidel encaminhou documentação destinada à aquisição de um caminhão baú – em benefício de 30 famílias cooperadas de agricultores de Monte Bonito – para a Secretaria Municipal de Administração (SMA). A decisão pela realização do pregão eletrônico, segundo Seidel, justifica-se pela agilidade e eficiência da modalidade de concorrência pública. O recurso de R$ 128 mil foi obtido por meio de projeto concebido pela UGP e apresentado ao processo de Consulta Popular do governo do Estado, aprovado pela população da Zona Sul. A este valor, a Prefeitura tem o dever de pagar a contrapartida de R$ 40 mil, totalizando investimento de R$ 168 mil. O veículo será fundamental para a distribuição dos produtos da Central de Beneficiamento da localidade, cuja construção está sendo concluída pela administração municipal. “Tanto aos atacadistas, quanto aos consumidores finais dos hortifrutigranjeiros”, frisa o secretário-executivo da Unidade. “Esta iniciativa se soma aos nossos esforços na zona rural, entre os quais se destacam as duas centrais de beneficiamento de produtos agrícolas, tratamento e abastecimento de água, e a construção de 12 pontes em concreto”, assinala. Para cumprir a meta de gerar trabalho e renda ao interior de Pelotas, duas centrais de beneficiamento estão em fase final de edificação: a de Produtos Agrícolas, no Monte Bonito e de Frutas in Natura, na Colônia Maciel, concebida para melhorar os rendimentos de 40 pequenos agricultores associados. No prédio do Monte Bonito, os produtores poderão realizar a classificação, a lavagem, a embalagem e a estocagem de hortaliças, legumes, frutas, queijos, mel e ovos. No terreno de cinco hectares localizado na Colônia Maciel, cedido pela Cooperativa dos Apicultores e Fruticultores da Zona Sul, a prefeitura dá os últimos retoques na unidade que atribuirá valor agregado exclusivamente a frutas, sobretudo pêssego, principal produto local. O principal objetivo é oportunizar independência em relação à indústria conserveira, principalmente quando o segmento fabril não compra em grandes volumes, causando prejuízos.