Últimos dias para curtir o Museu Itinerante do Piano no Largo do Mercado
Até domingo, a população pode visitar a exposição de pianos antigos e raros, e desfrutar de show musicais ao vivo das 12h às 13h e das 19h30min às 21h, no Largo Edmar Fetter
Desde segunda-feira (9), grupos de dezenas de pessoas se formam no Largo do Mercado (Edmar Fetter), em dois momentos do dia. É o Museu Itinerante do Piano, trazido de Brasília especialmente a Pelotas, que até domingo (15) oferece uma programação musical a pelotenses e visitantes. O diferencial do projeto é que, além de abrigar, em uma carreta tipo baú, de 19 metros de comprimento, pianos antigos e raros dos séculos XIX e XX, réplicas de instrumentos inusitados e uma exposição de artes visuais, o projeto também contempla shows diários de música ao vivo, abertos ao público. A Secretaria de Cultura (Secult) é apoiadora do projeto.
Das 19h30min às 21h, a "noite musical" terá a seguinte programação:
Sexta-feira (13/12) - The Beatles
Sábado (14/12) - Chorinho, com participação especial do Clube do Choro
Domingo (15/12) - Noite de Jazz, com participação de Glória Magé e Eduardo Varella.
Também o "almoço musical" oferece música ao vivo, das 12h às 13h, no Largo do Mercado. As exposições de pianos e pinturas a óleo de Alda Molina, em "Natureza em Tela", podem ser vistas das 14h30min às 18h, com entrada franca.
Entre os pianos tradicionais e raridades, algumas das principais atrações são a "Casinha de cachorro", uma réplica de um modelo de 1831 em que o pianista fabricou seu próprio instrumento, com mais profundidade, para abrigar também seu cachorrinho de estimação; e uma réplica de um imenso piano duplo de meia calda, para quatro pessoas, modelo de 1890. A exposição conta também com pianos coloridos, pintados em cores vibrantes — azul, amarelo, verde, branco e vermelho — para atrair o interesse de crianças e jovens.
Foto: Michel Corvello
O Museu Itinerante do Piano existe desde 2010 e costuma visitar cidades a 100 km ou 200 km de Brasília. Pelotas é o município mais distante já visitado pelo projeto. O motivo é que o diretor da Casa do Piano e do Museu do Piano em Brasília e autor da iniciativa, o técnico-afinador Rogério Resende e sua esposa, Alda Molina, são naturais de Pelotas - deixaram o município em 1976 rumo a Brasília, onde residem até hoje, mas sempre que podem vêm visitar a terra natal para rever familiares e amigos.