Vandalismos em Praças custam em média R$ 2 mil
Seis balanços furtados, bancos de concreto pichados e quebrados, brinquedos de madeira danificados. Este foi o cenário encontrado pela equipe da Secretaria de Serviços Urbanos (SSU) ao chegar à praça do bairro Sítio Floresta, hoje (10), pela manhã, para recuperação. O resultado do vandalismo representa um custo de manutenção de aproximadamente R$ 2 mil. O espaço de lazer construído há pouco mais de um ano e meio, entre as ruas Arthur Raubach e Arthur Fiss, daquele bairro, foi inteiramente comprometido pela depredação. “É lamentável ver a praça assim, porque é para as crianças do próprio bairro. Apelamos para que a comunidade nos auxilie na preservação, coibindo e denunciando atos de vandalismo. A recuperação custa caro e impede a construção de outros espaços”, disse o coordenador da fábrica de brinquedos da SSU, Valdeni da Costa (Geminho). Segundo ele, a despesa pode até ultrapassar os R$ 2 mil, se for considerado mão-de-obra, maquinário, novos materiais, reforma de bancos. “Só o metro de corrente de qualidade para os balanços custa em média R$ 15,00”, exemplificou. O local passa por manutenção, primeiramente com o trabalho de limpeza e roçado. O espaço de lazer está sendo integralmente revitalizado com a reposição dos seis balanços furtados, a pintura dos brinquedos de madeira, e o conserto dos bancos de concreto quebrados. A pétala de iluminação também será manutenida. Os reparos devem estar prontos até o fim da semana. Na sequência do cronograma de ações da SSU, os serviços serão concentrados na praça Francisco Xavier, do bairro Fátima, que também encontra-se bastante depredada.