Empreendedorismo na Educação inicia formação de professores
A Secretaria Municipal de Educação e Desporto (SMED), em parceria com o SEBRAE/ Pelotas-RS, dá continuidade à formação de professores na área do Empreendedorismo na Educação, iniciando hoje (04), na sala de Multimeios do Colégio Municipal Pelotense, o curso para professores do Colégio Municipal Pelotense, do Ensino Médio – EJA, e professores que trabalham com deficientes auditivos. A formação se estende até o dia 11, das 13h30 às 17h30 e das 19h às 22h. O projeto de Empreendedorismo na Educação foi ampliado, e, agora, além de atingir as turmas do EJA/PEJA, abrange as séries iniciais e finais destas escolas, e, ao invés de um professor por escola, terá cinco escolas com quatro professores, e uma com cinco professores, totalizando 25 educadores, além de seis representantes da equipe diretiva. A primeira ação da educação no Comicro foi a criação de um projeto-piloto, em seis escolas do noturno que atendem a Educação de Jovens e Adultos (EJA) de 1ª a 8ª séries, e Programa de Educação de Jovens e Adultos (PEJA) de 1ª a 4ª séries. As escolas que contemplam a EJA foram escolhidas segundo o critério de localização, número de alunos, de turmas e tempo de trabalho na modalidade. Foram elas: Dona Mariana Eufrásia, Cecília Meirelles e João da Silva Silveira. Das escolas que atendem o PEJA, foram escolhidas as que contemplam o maior número de alunos e turmas frequentando as aulas, são elas: Getúlio Vargas, com três turmas, Balbino Mascarenhas, com seis turmas, sendo três na escola, uma no loteamento Ceval e duas no Fraget (posto de saúde) além da escola Almirante Raphael Brusque, que funciona na Colônia de Pescadores Z3, uma porta aberta para começar o empreendedorismo. Pelotas foi o município escolhido, em todo o Rio Grande do Sul, para o projeto-piloto de incentivo ao empreendedorismo, que vem sendo desenvolvido pelo Sebrae, e será implantado nos três níveis de ensino: fundamental, médio e superior. O projeto envolve os três estados da região sul: RS, Paraná e Santa Catarina, e em cada um, será primeiramente implantado em uma cidade-piloto, para que sejam medidos os resultados e feitas possíveis adequações, antes de implantá-lo em outros lugares.