Obras na Fernando Osório exigem cuidados com canos e fiações
Ao mesmo tempo em que está realizando a medição topográfica do entorno da Praça do Colono, a Construtora Pelotense prossegue com a implantação de tubulações na avenida Fernando Osório. À distância de 1,2 quilômetro da BR 116, duas turmas da empresa vencedora da concorrência pública trabalham na construção das caixas de coleta e nas travessias para escoamento das águas da chuva em direção ao canal central da via. No controle e no apontamento de cada procedimento, neste canteiro de obras da avenida, o funcionário da empreiteira, Gabriel Camacho Huth, informa que a preparação da drenagem demanda muito tempo em função das barreiras encontradas durante as escavações. As equipes têm de preservar, por exemplo, canos de saneamento básico, a própria rede de esgoto do Sanep e cabos de telefonia. Desde ontem (2), dois técnicos da companhia telefônica Oi Brasil Telecom auxiliam nas intervenções com o fim de evitar transtornos aos moradores. Secretário-executivo da Unidade Gerenciadora de Projetos (UGP) da Prefeitura, Jair Seidel explica quem embora esta fase seja morosa, o cronograma de nove meses, previsto em contrato, será cumprido. “A qualidade do pavimento, cuja largura ficará padronizada em 8,5 metros, depende diretamente da drenagem superficial”, argumenta. Consistindo em ações iniciais do empreendimento, as escavações são feitas à profundidade média de 1,40 metro para assentamento de tubos de concreto de 0,40 centímetros de diâmetro. Na pista em que o tráfego flui no sentido Centro-bairro, nas proximidades da rodovia, as valas preexistentes vão facilitar a colocação dos canos, que deverão ter a medida de 0,60 centímetros de diâmetro. Conforme o superintendente da UGP, Raul Odone, as obras terminarão primeiro na rótula da Praça 1º de Maio, numa extensão de cerca de 5,5 quilômetros. Responsável pela fiscalização das empreitadas de revitalização da Fernando Osório, Odone esclarece que toda a infraestrutura destinada à drenagem está prevista numa dinâmica de trabalho similar à adotada na duplicação da avenida Ferreira Viana: a operação por trechos pré-definidos. MELHORIAS PROJETADAS PARA A FERNANDO OSÓRIO • Drenagem • Alargamento de cada pista para 8,5 metros • Asfaltamento dos pontos mais críticos do pavimento • 12 rótulas • Dois retornos • Dez travessias em blocos intertravados de concreto (algumas com mais de 5 metros de largura) • Ciclovia da BR 116 à avenida Dom Joaquim • Dez novos pontos de ônibus, com realocação e recuperação de algumas paradas do transporte coletivo • Implantação de meios-fios • Mobiliário urbano novo • Iluminação especial • Arborização • Reconstrução do canteiro central • Sinalizações vertical, horizontal e turística • Redefinição do tráfego