SMH socorre famílias vítimas do ciclone extratropical
A Secretaria Municipal de Habitação (SMH), por intermédio de sua Coordenadoria de Cadastro, visitou, no bairro Getúlio Vargas, as famílias que tiveram suas residências estruturalmente comprometidas em função dos fortes ventos registrados na região desde a noite desta segunda-feira (13). O ciclone extratropical que passa pelo Município deve se afastar ainda hoje, porém já causou uma série de estragos, tendo inclusive destruído parcialmente algumas moradias. A dona de casa Ana Maria Gonçalves Silveira, 35 anos, mãe de dois filhos de 14 e 4 anos, ganhou novo ânimo ao conversar com o coordenador de Cadastro, Jorge Alves, e com as assistentes sociais da SMH e ser informada de que, ainda na tarde de hoje (14), receberia o madeiramento e as telhas de amianto do tipo “Brasilit”, necessárias à manutenção de sua residência, destelhada na manhã desta terça-feira. O telhado do pequeno chalé de apenas um cômodo não suportou a força dos ventos e desabrigou a família. Situação crítica e de grande risco, enfrenta também a família da dona de casa Gilce de Almeida Martins, 39 anos, também moradora do bairro Getúlio Vargas e que viu sua casa de alvenaria ser parcialmente destruída pela ação do vento, nesta manhã. Ela contou à equipe da SMH, que além do destelhamento parcial da residência e das rachaduras nas paredes, uma das paredes externas ruiu, deixando a família desabrigada. Gilce mora com o companheiro e mais sete crianças na casa parcialmente destruída e foi orientada pela equipe da SMH a abandonar a residência, que está estruturalmente comprometida e ameaça desabar, pondo em risco a vida da família. Diante da negativa da mulher em abandonar a residência, esta assinou um termo de responsabilidade de permanência no local e receberá ainda hoje, o material necessário para que seja feita uma reforma emergencial na casa. A dona de casa foi inscrita pela equipe da SMH, no Cadastro do Programa Minha Casa, Minha Vida, do Governo Federal. Drama parecido vive a família do desempregado Alexandre Duarte, 38 anos, que mora com a mulher, grávida, e mais cinco crianças em um pequeno chalé de madeira, que destelhou nesta manhã. A exemplo dos demais casos, Alexandre recebe ainda nesta tarde, o madeiramento e a nova cobertura para a casa da família e já está inscrito no Cadastro do Programa Minha Casa, Minha Vida. Segundo o coordenador de Cadastro da SMH, Jorge Alves, todos os casos que chegam ao conhecimento da Secretaria recebem imediato apoio do órgão, que vem mantendo um monitoramento acerca dos casos mais graves.